Zooliteratura de G. Rosa em Diário de Guerra

 

O livro inédito de Guimarães Rosa, Diário de Guerra, escrito entre 1938 e 1942, em Hamburgo, tem referências zooliterárias: Churchill, Tigre do Mundo, o mugir das sirenes, tingir as massas de nuvens com cores de zebu…
No artigo “O Escritor vai ao zoológico”, a profa. de Literatura da UFMG, Eneida Maria de Souza, se aprofunda na análise e finaliza com uma crítica sutil: “Em vez de selecionar livros para levar a uma ilha deserta, Guimarães Rosa enumera os animais preferidos de seu zoológico imaginário, de sua biblioteca de referências, animais que constituem um ambiente doméstico, tropical, sonoro, leve e luminoso, escolha que lembra a cena bíblica da Arca de Noé.
Dez animais que Rosa levaria para uma ilha deserta: o gato, o cão, o boi, o papagaio, o peru, o sabiá, o burrinho, o vagalume, o esquilo e a borboleta.
(Artigo publicado no livro “Pensar/escrever O Animal – ensaios de zoopoética e biopolítica”, Maria Esther Maciel.

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